sábado, 27 de junho de 2015

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Edifique uma criança

As crianças são seres espetaculares. Eles correm, brincam, nos surpreendem com respostas inesperadas. Elas têm algo que infelizmente nós geralmente perdemos ao longo do tempo: a criatividade imaginativa.

As crianças são criativas em tudo que fazem; sempre estão inventando algo; sempre adaptam as brincadeiras à sua realidade. O que nós podemos fazer por elas sem quase custo algum?
Podemos ler. Sim LER.

Lendo para os pequeninos e pequeninas eles aprendem a gostar de ler, desenvolvem seu vocabulário, aguçam sua imaginação, alegra e diverte, instrui e adverte.

Leiam histórias que irão acrescentar, leia a Bíblia. Não cause medo, mas espanto, o diferente sempre causa espanto. Abra um livro, leia literalmente a história, ou abra um livro e invente a história, mas com o livro aberto. Cuide bem dos livros, arrume seus livros, ame seus livros, pois elas observam e aprenderão a amá-los também.

O aprendizado vem por meio da leitura e da prática da leitura. Não leia se não for viver o que lê, pois a criança também vai ler você. Seja honesto, seja alegre, invente histórias, crie personagens, volte a ser criança e edificarás uma criança nova.

Leia para uma criança! Isso muda tudo!

Até você que esqueceu que ler pode ser divertido.

Em Cristo, Que falou com palavras e com gestos, e o maior deles foi na cruz, ao morrer em favor de pecadores.

Luis Gustavo.

sábado, 20 de junho de 2015

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Você pode mudar!

O que há comigo?
Questões e dúvidas
Sensações e angústias
Pensamentos e vazios

Tudo estagnado
Raciocínio parado
Sentimentos neutralizados
Respostas sem sentido

Abri os olhos
É de manhã
Olhei para a luz
Enxerguei a mim

Filho de Deus
A graça me foi dada
A misericórdia renovada
O amor me molda

Tirei os olhos de mim
Vi a verdade
Senti a dor
Vivi em amor

O amor do Pai
Deus é amor
O filho é como o Pai
Andar e mudar pelo amor

Amor de Deus que nos chamou
Das trevas para o Reino de luz
Para sermos a luz do mundo
E clarear onde trevas há
 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

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Para edificar

O que é preciso na minha vida para eu me interessar em edificar alguma coisa, em algum lugar, na vida de quem, para alguém, com sentido, propósito e amor.


"É necessário se espantar, se indignar e se contagiar, só assim é possível mudar a realidade" Nise




segunda-feira, 4 de novembro de 2013

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AFINAL, O QUE É ORAR?




Orar a Deus deveria ser uma coisa simples. Todavia, poucos assuntos precisam de mais esclarecimentos do que a oração. Há muitos conceitos errados sobre a oração por causa do misticismo e da superstição que acometem o ser humano (não somente os brasileiros), por falta de mais conhecimento bíblico sobre o assunto e por causa de ideias equivocadas que as pessoas têm sobre Deus. Seguem alguns pontos sobre oração que penso que são fundamentais e também relevantes para nós hoje. Estou pressupondo o básico: quem vai orar acredita que Deus existe e que Ele recompensa os que o buscam (Hb 11.1-2 e 6). 

1 – Orar é basicamente apresentar a Deus, mediante Jesus Cristo e com a ajuda do Espírito Santo, nossos desejos, necessidades, confissão de pecados, intercessões, agradecimentos. A razão é que somente o Deus Triúno conhece nossos corações, é capaz de atender os pedidos e o único que pode perdoar pecados. Portanto, não há qualquer fundamento bíblico para dirigirmos nossas orações a quaisquer criaturas, vivas ou mortas, mas somente ao Deus Triúno (2 Sm 22:32; 1Rs 8:39; Is 42:8; Sl 65:1-4;145:16,19; Mq 7:18-20; Mt 4:10; Lc 4:8; Jo 14:1; At 1:24; Rm 8:26-27; Jo 14:14 e dezenas de outros textos que falam de nos dirigirmos a Deus).

2 – O Novo Testamento nos ensina que devemos orar a Deus em nome de Jesus Cristo. A razão é que o pecado nos afastou de Deus e não podemos nos aproximar dele por nossos próprios méritos. Jesus Cristo é o único, na terra e no céu, que foi constituído pelo próprio Deus como mediador entre ele e os homens. Não há qualquer base bíblica para se chegar a Deus em oração pela mediação de qualquer outro nome. A Bíblia nos ensina que “não há outro nome dado aos homens” (At 4:12) e que “há somente um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo” (1Tim 2:5). (Ver ainda Jo 14:6; Ef 3:12; Cl 3:17;Hb 7:25-27;13:15). 

3 – Orar em nome de Jesus é nos achegarmos a Deus confiados nos méritos de Jesus Cristo e no perdão de pecados que ele nos conseguiu por meio de sua morte na cruz. É pedir a Deus com base nos merecimentos de Cristo e não nos nossos. É renunciar a toda justiça própria e chegarmos esvaziados de nós mesmos diante de Deus, nada tendo para oferecer em nosso favor a não ser a obra daquele que morreu e ressuscitou por nós. Onde não houver esta disposição e atitude, invocar o nome de Jesus é vão. O nome de Jesus não é um talismã ou uma palavra mágica, ou a senha para desbloquear as bênçãos de Deus. Não funciona nos lábios daqueles que ainda confiam em si mesmos e na sua própria justiça, ainda que repitam este Nome dezenas de vezes em oração (Mt 6:7-8; 7:21; Lc 6:46-49; Jo 14:13,14; At 19:13-16; 1Jo 5:13-15; Hb 4:14-16).

4 – Embora possamos pedir a Deus qualquer coisa que desejarmos, todavia, só deveríamos orar por aquelas que trazem a maior glória de Deus, que promovem o crescimento do Reino de Deus neste mundo e que são para nosso bem, sustento, proteção, alegria, bem como de nosso próximo. Foi isto que Jesus nos ensinou a pedir na oração do “Pai Nosso” (Mt 6:9-13), além de outras coisas afins (Lc 9:11-13). Assim, é tentar a Deus orarmos por coisas ilícitas e pedir coisas que Ele declara, na Bíblia, serem contra a sua vontade (Tg 4:1-3; Mt 20:20-28).

5 – Em nossas orações, deveríamos nos lembrar de orar por outras pessoas. A Bíblia nos ensina a pedir a Deus pelos irmãos em Cristo, pela Igreja de Cristo em todo o mundo, pelos governantes, por nossos familiares e pessoas de todas as classes, inclusive pelos nossos inimigos. Todavia, não há qualquer base bíblica para orarmos pelos que já morreram ou oferecer petições em favor dos mortos (Gn 32:11; 2Sm 7:29; Sl 28:9; Mt 5:44; Jo 17:9 e 20; Ef 6:18; 1Tm 2:1-2; 2Ts 1:11; 3:1; Cl 4:3).

6 – Deus nos encoraja a trazer diante dele as nossas petições. Todavia, ainda que a eficácia de nossas orações dependa exclusivamente dos méritos de Cristo, Deus nos ensina em sua Palavra que há determinadas atitudes nos que oram que fazem com que ele não atenda estas orações, como brigas entre irmãos, mundanismo e egoísmo, tratar mal a esposa, pecados ocultos, incredulidade e dúvidas, falta de perdão a quem nos ofende, hipocrisia, vãs repetições, entre outras coisas (Mt 5:23-24; Tg 4:1-3; 1Pe 3:7; Sl 66:18; Pv 28:13; Is 59:1-2; Tg 1:6-7; Mt 6:14-15; Mt 6:5; Mt 6:7-8). Por outro lado, se nossas orações são respondidas, isto não se deve à nossa santidade, mas à graça de Deus mediante Jesus Cristo, que nos habilita a viver de forma agradável a ele (1Jo 3:21-22), e ao fato de que as orações, por esta mesma graça, foram feitas de acordo com a vontade de Deus (1Jo 5:14).

7 – Deus requer fé da parte dos que oram (Hb 3:12; 11:6; Jer 29:12-14; Tg 1:5-8; 5:15). Esta fé é uma simples confiança de que Deus existe, que ele nos aceitou plenamente em Cristo e que é poderoso para nos dar aquilo que pedimos, ou então, nos dar muito mais do que imaginamos (Hb 4:14-16). Orar com fé é trazer diante de Deus nossas necessidades e descansar nele, confiantes que ele responderá de acordo com o que for melhor para nós (1Jo 5:14-15). Orar com fé não significa determinar a Deus que cumpra nossos pedidos, ou decretar, como se a oração tivesse um poder próprio, que estes pedidos aconteçam. Orações não geram realidades espirituais e nem engravidam a história. É Deus quem ouve as orações e é Ele quem decide se vai respondê-las ou não, e isto de acordo com sua vontade e propósito de sempre nos fazer bem.

Se houvesse mais oração verdadeira a Deus por parte dos que professam conhecê-lo mediante Jesus Cristo, quem sabe veríamos aquele avivamento e reforma espirituais que tanto desejamos para nossa pátria?
“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cron 7:14).

Fonte: Augustos Nicodemos.https://www.facebook.com/AugustusNicodemusLopes/posts/621380551247693

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

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Despojando a si mesmo

Em tempos em que o ego é o deus das pessoas, até nas coisas aparentemente espirituais ou piedosas. O apóstolo Paulo fala em Colossenses 2 sobre o ser conduzido por regras e não pela fé, numa tentativa desenfreada de ser aceito por Deus pelas obras da Lei, é o mesmo que começar pelo Espírito e acabar pela própria força, tentando-se aperfeiçoar pelas obras do braço, e não pelas obras do Espírito que são geradas de dentro para fora, que é nutrida pela nova vida que não vem de nós mesmos, mas de Deus. Não reconhecer isso é meramente atitude de alguém que deixou Deus de lado e quer viver a sós com uma religião de si para si mesmo. É esquecer que Deus em Cristo Jesus já fez tudo e tudo o que fazemos após isso é fruto de alguém que está ligado a Videira. É de gente que diz: sem Ti não posso fazer nada, porque nada em mim te queria, porém Tu o quiseste me revelar e por isso sou o que sou, na graça  de Deus em Cristo.
Um texto que representa a fé em Cristo como fundamento do evangelho é este que segue que faz parte da Mensagem do castelo forte da Editora Sinodal:


"A motivação para a Reforma nasceu de duas questões existenciais: quem sou eu? Quem é Deus? A resposta vem do Evangelho: sou chamado por Jesus cristo à festa do Reino, sem que apresente méritos especiais; sou convidado a participar dessa festa, em humanidade, despojado da poeira do orgulho próprio ou da necessidade de ser melhor! A Igreja centrada no Evangelho sabe do seu lugar no mundo. O exemplo e o estímulo procedem de Cristo. Sob os raios da graça de Deus e da esperança do Reino, discípulos e discípulas de Cristo vivem bem cuidados na mão do Senhor, e respondem com humildade, servindo em amor fraterno. Esta é a oferta do Evangelho, assim é o convite de Cristo! (Medite em Lucas 14.7-14)." (Fonte: Editora Sinodal: Mensagem do castelo forte)

Descanse na graça de Deus. Tudo que era necessário fazer para te dar vida já foi feito por Jesus na Cruz. Ele gritou está consumado.
Todo aquele que crer pela fé tem a salvação. Confie inteiramente em Cristo. Confie que de fato e de verdade Jesus realizou uma obra completa de salvação e que você agora vive pela fé em amor, o que te movimenta em direção a obediência e obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas (Efésios 2.10).
Descanse na graça, creia em Jesus, entregue-se a Ele e seja guiado pelo Espírito da promessa, por que está escrito: "somos mais que vencedores em Cristo Jesus" (Romanos 8.37) para nos despojarmos de qualquer ideia de que fomos nós que vencemos. Pelo contrário somos vencedores porque Cristo Jesus o foi e por isso nEle somos mais que vencedores, longe de qualquer mérito, longe de qualquer orgulho, longe de qualquer fantasia de que posso me aperfeiçoar sozinho, longe da inatividade vazia que não corresponde o amor. É o amor que nos leva... 


Em Cristo, cuja redenção é completa para todo aquele que nELe confia.

Luís Gustavo Soares.